====== Trabalhos de Amor Perdidos ====== //YATES, Frances A. A Study of Love's Labour's Lost. Cambridge: Cambridge University Press, 1936.// * Prefácio **Introdução** * O texto * A história literária da peça * A presente argumentação **Capítulos** * I. Florio * II. Eliot * III. Harvey e Nashe * IV. Chapman * V. Bruno e a «Escola da Noite» * VI. Bruno e «Stella» * VII. O conde de Northumberland e a irmã de «Stella» * VIII. Os festejos do Gray’s Inn * IX. A data de //Trabalhos de Amor Perdidos// * X. As personagens de //Trabalhos de Amor Perdidos// e a comédia italiana * XI. Shakespeare — algumas deduções **Apêndices** * I. Extrato de //Pierce’s Supererogation//, de Gabriel Harvey * II. A dedicatória de //A Sombra da Noite//, de George Chapman * III. Ensaio de Henry Percy, nono conde de Northumberland ---- **PREFÁCIO** * A questão sobre a intenção de Shakespeare ao criar Holofernes, o pedante, em Love's Labour's Lost como retrato satírico de John Florio é frequentemente levantada e inevitável para quem estuda a vida e obra de Florio. * O projeto inicial de dedicar um capítulo ao problema Holofernes na biografia de Florio foi abandonado devido ao volume inesperado de material biográfico e à percepção de que o tema exigiria um livro próprio, publicado na Série Shakespeare Problems. * A resposta à pergunta "Holofernes é Florio?" revela-se "sim e não", e a investigação conduz a pessoas que explicam não apenas o papel de Florio na peça, mas quase todo o segredo da aplicação tópica de Love's Labour's Lost. * A elucidação de piadas sobre mestres-escola cômicos conduz a questões de maior importância, nas quais a autora não teria ousado entrar se não estivessem ocultas no problema proposto. * O estudo não esgota as possibilidades do material e o leitor notará muitos pontos que aguardam trabalho futuro; as conclusões não devem ser aceitas sem cauteloso exame das evidências. * A autora agradece a Dr. A. W. Pollard pelas sugestões valiosas sobre a organização do material e por outras críticas úteis que foram de grande auxílio e encorajamento. * O prefácio é datado de Natal de 1935 e assinado por Frances A. Yates. {{tag>Yates Shakespeare}}