O iniciante na ioga mântrica tende a se interessar pelo sentido conceitual das sílabas, mas esse interesse é invariavelmente prejudicial ao progresso, pois o uso dos mantras pertence ao domínio do não-pensamento — bem conhecido pelos seguidores do
Zen —, que não é torpor, mas transcendência do estado habitual de consciência sujeito-objeto em direção à percepção extática da não-dualidade.