Um texto do período formativo do
Chan caracteriza a Grande Sabedoria do Espelho Perfeito como não-dual: É como um espelho claro suspenso no espaço. Nele aparecem todas as miríades de imagens, mas esse espelho brilhante jamais pensa: Posso fazer as imagens aparecerem, nem as imagens dizem: Nascemos do espelho. Como não há sujeito nem objeto, chamamos isso de Grande Sabedoria do Espelho