À semelhança das mônadas de Leibniz,
Dogen concebe uma quantidade infinita de posições-de-dharma que presentificam o funcionamento-total; mas, ao contrário da mônada leibniziana — que constitui uma substância imutável no tempo —, a posição-de-dharma dogueniana é não-substancial, transtemporal e, como discutido anteriormente, transpessoal.