Dogen elabora as implicações epistemológicas da atitude posicional em passagem central do “Shobogenzo Genjokoan”: “Se uma pessoa que navega em um barco olha para a margem virando os olhos para trás, equivocadamente julga que a margem se move. Se dirige os olhos ao barco, sabe que o barco avança. Da mesma forma, se alguém discrimina e afirma os inúmeros dharmas estando iludido acerca do corpo e da mente, equivocadamente julga que sua mente e sua natureza são permanentes.”