As duas primeiras espiras preparam o descentramento da consciência ilusória — a consciência que se tem, ou que “alguém” dá, de si mesmo — por meio de dois pensadores,
Heidegger e “um” japonês, cuja identidade é de interesse secundário para a iniciação, e que se descentram progressivamente de sua identidade emprestada, “magnetizados” por “algo” que os atrai como o Enigma da Vida universal.