Ao tentar ignorar esse fato particular, ao ignorar a verdade da vida, torna-se sólido como uma rocha; ignorando a realidade da morte, volta-se e recomeça o processo do zero: primeiro a avó cega, depois a roda do oleiro, o macaco, a pessoa no barco, a casa com seis janelas, o casal, a flecha no olho, o leite e mel, a colheita de frutas, a cópula, o parto e o cortejo fúnebre — tudo é feito novamente, uma e outra vez, apenas para encobrir o constrangimento diante da morte.