BARDO TODOL

O conhecimento público europeu sobre o Bardo tödöl teve início em 1927, quando Evans Wentz publicou a tradução feita pelo seu mestre Kazi Dava-samdup.

O título e suas possíveis interpretações equivocadas

Contraste entre as concepções egípcia e tibetana sobre a morte

A dor da existência e a paz na dissolução inconsciente

As duas vias abertas no momento da morte e o verdadeiro nome da obra

A salvação como apagamento da personalidade e o caso dos ascetas

A recitação do Bardo tödöl e a natureza ilusória do mundo e da pessoa

O princípio consciente e a sua natureza segundo o budismo

O pensamento como substância e o estado de existência intermediária

As imagens do bardo como projeções do carma e a duração do processo

Discussões antigas sobre a existência intermediária na dogmática budista

Caráter de compilação do Bardo tödöl e sua unidade sintética

Nova compreensão do carma e meios de desviá-lo

O Bardo tödöl como Terma e sua descoberta por Carmalingpà

Os quarenta e nove dias da existência intermediária e a divisão das criaturas

A cerimônia da transferência (p’o ba) e suas diferentes formas

Fundamentos do Haṭhayoga no Bardo tödöl

O processo liberativo em três momentos segundo a gnose lamaista

Os três momentos da existência intermediária e a doutrina dos três Corpos

A importância da meditação do Bardo tödöl em vida

A experiência luminosa e o reconhecimento no momento da morte

A existência intermediária que aparece no momento da morte

A segunda manifestação da luz e os dois métodos místicos

A existência intermediária em que se revela o plano essencial

A teofania dos cinco Buda supremos e suas gnoses

O maṇḍala e a queda no fluxo da existência

O contínuo processo cármico e o aparecimento das deidades terríficas

A mudança de órgão das visões e o novo corpo

As últimas instruções para obstruir a matriz e evitar o renascimento

A escolha da matriz e a conclusão sobre a transmigração

A função simbólica das divindades e a posição das escolas reformadas

A transferência e a meditação sobre os sinais da morte como práticas essenciais

A transferência no Paraíso de Öpamè e a técnica do kumbhaka

O juízo diante do Deus da morte e suas possíveis origens iranianas

A literatura delò e a importância dos sinais premonitórios da morte