As tradições consensuais da humanidade apontam para dimensões metafísicas constitutivas de uma herança espiritual sem a qual a vida na terra carece de sentido.
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S. H. Nasr, em Ciência e Civilização no Islã, distingue o conhecimento mundano (empírico, relativo ao devir e à mudança) do conhecimento celestial (permanente, arquetípico e imutável).
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O conhecimento mundano fundamenta a scientia e as ciências separadas; o conhecimento celestial fundamenta a sapientia, descrita por Nasr como um conhecimento que ilumina todo o ser do conhecedor.
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A filosofia moderna confundiu-se ao atribuir status igual a opiniões relativas na busca pela certeza, resultando no questionamento da própria verdade como valor.
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O sol e a lua, marcos do tempo biológico e símbolos de permanência e ciclicidade, funcionam como focos de orientação física e metafísica nos templos humanos.
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Os círculos de pedra da Grã-Bretanha são templos no sentido verdadeiro do termo.
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A palavra origem deriva do latim orire (erguer-se como o sol), ligando-se a oriente e orientação; lúcido, luminoso e lunar compartilham a mesma raiz.