A analogia da luz que se decompõe em cores para se tornar apreensível.
A necessidade de passar pelo jogo das cores para encontrar a luz.
A limitação do saber racional, que conhece apenas estruturas.
A experiência pessoal do Fogo, para além das estruturas, como via de conhecimento.
A inseparabilidade entre Fé, conhecimento e ação na alquimia.
Os três pontos de vista de Baader sobre a relação entre Fé e Saber: independência institucional, reconciliação no dogma e problema filosófico total do conhecimento.
A posição teosófica subjacente ao pensamento de Baader.
A crença na existência de verdades não completamente reveladas por Jesus.
O conceito de “Tradição-mãe” versus a filosofia como tradição degradada.
A crença e o conhecimento “radicais” dados antes da queda.
O princípio de que “não progredir é regredir”.
Os dogmas como princípios de conhecimento a serem usados de modo novo e ampliado.
O programa salvador da teosofia cristã: a reintegração no estado natural do homem.
A separação das potências afetiva e cognitiva como consequência da destruição da androginia originária.
A insensibilidade dos doentes mentais à ação magnética devido à separação absoluta dessas potências.
A intuição da necessidade de distanciamento e tensão criadora para o equilíbrio da psique.
A recusa de Baader em explorar as mitologias, concentrando-se na reflexão bíblica.