Tendência oposta à aniquilação: valorização da vida plena, mesmo diante da impossibilidade de ser como os deuses
Sabedoria como magnanimidade diante do destino adverso: “o homem mais forte que o seu destino”
Presença de uma atitude “estoica” em toda a cultura grega, de Aquiles a Sócrates e Epicuro
Consolidação dessa atitude na Stoa e sua função na educação greco-romana, formando a ética dos governantes romanos
Importância da dor como mestra da vida, tau pathei mathos, exaltando o homem em vez de destruí-lo
Compreensão da fatalidade como ordem, razão e providência
Adoração do cosmos como expressão da ordem e da razão divinas
Consolação e inspiração na contemplação do céu estrelado, música das esferas e fogo puro compartilhado com a razão humana
Vida religiosa do sábio grego resumida na contemplação e na obediência ao Logos divino
Deus como philanthropos apenas em sentido natural, sem amor pessoal pelos homens
Limites do intelectualismo grego na aceitação da imortalidade da alma: críticas a Platão, Aristóteles, a Stoa e Epicuro
A divindade grega definida como Necessidade, Providência e Razão, indiferente ao destino humano