A alma assemelha-se a Deus, pois Deus, sendo sem partes, é imutável e incorpóreo; este argumento, tomado do Fedon e do Timeo, tornou-se um dogma escolar nos séculos II e III, presente tanto em Tertulliano, que o utiliza para provar a indivisibilidade e imortalidade da alma, quanto em Plotino, que demonstra que a alma é uma substância verdadeira da mesma estirpe da natureza divina e eterna.