Sendo infinito e incompreensível, Deus é consequentemente inefável (arretos), não podendo ser expresso pela linguagem humana, uma tradição que remonta a
Platão e é confirmada por Clemente de Alexandria ao citar Teodoto sobre o silêncio da Mãe diante do Inefável; o verdadeiro conhecimento de Deus culmina, portanto, no silêncio místico e na inibição dos sentidos.