O caso foi posto por Giorgio de Santillana e Hertha von Dechend que os sábios da antiguidade remota conheciam a Precessão dos Equinócios (pela qual o eixo da terra muda em períodos de 2600 anos) e que compreendiam que a medida real do mundo deve ser feita de acordo com as associações cósmicas das quatro estações.
De Santillana e von Dechend demonstraram isso em seu notável livro “HAMLET'S MILL: AN ESSAY INVESTIGATING THE ORIGINS OF HUMAN KNOWLEDGE AND ITS TRANSMISSION THROUGH MYTH” de onde segue esta citação.
Na faixa zodiacal, há quatro pontos essenciais que dominam as quatro estações do ano. Eles são, de fato, na liturgia da igreja o “quattuor tempora” marcado com abstinências especiais. Correspondem aos dois solstícios e aos dois equinócios. O solstício é a “reviravolta” do sol de seu ponto mais baixo de inverno a de seu ponto mais alto de verão. Os dois equinócios, vernal e outonal, são aqueles que cortam o ano ao meio, com uma equilíbrio igual de noite e dia, pois são as duas interseções do equador com a eclíptica. Estes quatro pontos postos juntos formam os quatro pilares, ou cantos, do que era chamado a terra “quadrangular”.