O primeiro grupo de afirmações, onde o “espírito” surge como uma força vital criadora.
A sua oposição ao poder dos astros e a sua potencial origem para certas doenças.
A doutrina de que os órgãos do corpo possuem os seus próprios “espíritos”, ou seja, as suas forças e poderes específicos.
A identificação do “espírito” com a inteligência no quadro de uma teoria tricotômica do homem, governando a razão, a sabedoria e a “prudência”.
A citação que fundamenta a interioridade das qualidades: “Se é verdade que o homem tem em si todas as qualidades que aparecem no exterior, ele tem- nas apenas no espírito, não na matéria ou no corpo”.
A injunção para manter o bem no interior do espírito: “Que tudo o que é bom em ti permaneça no teu espírito e não saia dele”.
O “espírito”, em concertação com a “imagem”, como o caráter específico do homem, dado por Deus e a Ele regressando após a morte, sem poder passar de um homem para outro.
A assimilação das noções de “espírito” e “alma” e a intenção de salvaguardar o princípio da individualidade, possivelmente refutando teorias sobre a metempsicose.
A definição do espírito como “sopro da alma” e como princípio superior de unidade psicossomática.
A distinção paralela entre espírito eterno e espírito natural.
A identificação do “espírito” com o corpo sidério e a sua explicita distinção da alma, sendo considerado aquilo que é comum entre o homem e o animal.