As espécies inteligíveis não são necessárias, e os peripatéticos advertidos não devem admiti-las.
“O homem é um animal”: esta proposição é verdadeira, para todos os indivíduos corrompidos da espécie humana.
“O homem é homem”: esta proposição pertence ao quarto modo de atribuição por si.
As essências de todas as formas naturais estão presentes em não importa qual ponto da matéria por uma disposição lhes permitindo de aí nascer delas mesmas; estas essências são coeternas à matéria segundo à filosofia e criadas com ela segundo à fé.
No aumento e na diminuição de sua intensidade, a forma não varia segundo sua essência, mas segundo seu ser.
A alma separa compreende por meio das espécies criadas com ela desde o começo de seu ser; espécies das quais ela não se serve jamais, ou raramente, enquanto ela está no corpo.
O som se comporta segundo seu ser real até o nascimento do nervo auditivo.
A luz só tem em seu meio um ser intencional.
O órgão da audição é o nervo que se estende até a concavidade da orelha.
A grandeza é um objeto por si e, propriamente, um objeto do senso comum, como
Avicena bem o diz.
é um fato que a forma da qual afirmamos ter conservado a lembrança está totalmente perdida e eliminada.
A alma vegetativa não é introduzida com a alma sensível, nem a alma sensitiva antes da alma racional, mas é a totalidade da alma que aparece ao mesmo tempo.
Embora o sentido concorra passivamente à recepção da espécie, ele concorre no entanto ativamente ao juízo sobre o sensível.
O corpo em movimento é o tema da ciência natural.
O estudo do corpo (enquanto corpo) concerne o metafísico.
O poder específico da matéria não adiciona realidade, mas racionalidade à matéria.