Na Renascença a alquimia conheceu grande florescimento, destacando-se a figura misteriosa do frade Basílio Valentim e, sobretudo,
Paracelso (1493-1541), cujos escritos o apresentam como médico que cura almas e corpos, conhecedor dos laços secretos que ligam o mundo dos astros à realidade da Terra e mediador ativo entre a natureza, os homens e Deus.