A alquimia não propõe apenas a aproximação qualitativa do macrocosmos e do microcosmos, mas dá preeminência ao vínculo com a totalidade, considerando que o inferior é como o superior — e é nessa perspectiva que astrologia e alquimia se relacionam como o céu e a terra, com os astros expressando o princípio ativo em descida e os metais expressando o princípio receptivo em ascensão, formando, segundo
Burckhardt, uma gama ontológica à qual se podem referir os aspectos da natureza exterior e da natureza psicofísica do homem.