A proliferação de instituições no Renascimento relaciona-se estreitamente com o ideal humanista de que a ética e a educação formam a mente e o caráter, influenciando personagens literários e temas, desde os livros de Hitlodeu na Utopia até a carta de Gargântua e o espelho de príncipe em Dom Quixote; autores como Castiglione, Robortelli e Sidney, alinhando-se a
Platão, Xenofonte e Cícero, concebem o poeta como criador de um padrão perfeito ou exemplar de traços de caráter, preferindo a doutrina pelo exemplo de Xenofonte aos preceitos impraticáveis da República de
Platão, como nota Spenser em sua carta a Raleigh e o tradutor de La Primaudaye em sua Academia Francesa.