Os objetos privilegiados — anéis, bastões, cabelos, penas, espadas, cestos, torres, poços, ameias, castelos — desenhados linearmente, não engendram uma beleza plástica ou romântica, mas clássica, acentuada pela língua simples de Wilhelm
Grimm, que fez passar ali, discreta e sensivelmente, uma poesia da poesia agradável à sociedade alemã do início do século XIX.