Andersen é frequentemente mencionado no mesmo fôlego que Charles Perrault ou os Irmãos
Grimm, mas é o que estava mais próximo do povo comum e que de fato cresceu com a cultura oral de narrativa da sala de fiação; ironicamente, é também o que é visto como o campeão do conto de fadas literário — em oposição ao tradicional oral —, pois, ao contrário dos Irmãos
Grimm, Andersen não reproduzia o que ouvia dos lábios do povo.