O folclorista francês Henri Pourrat deixou episódios escatológicos entrarem em sua volumosa antologia de contos populares, mas excisou qualquer coisa que cheirasse a sentimento anticlerical; Alexander Afanasev, o equivalente russo dos Irmãos
Grimm, teve que imprimir às suas próprias custas, em Genebra, os contos picantes que havia coletado — “sem alarde, num lugar longe dos eventos cataclísmicos do mundo, um lugar que a mão sacrilega do censor ainda não violou.”