No Ato Três — Vida e Morte —,
Hafez retrata a caravana passageira da vida — talvez rememorando um ente querido, ou seu cervo guia, ou simplesmente a vida em geral —, e a imagem da caravana evoca uma longa viagem que gera separação e tristeza; o poeta exorta o leitor a deixar fluir as lágrimas na mesma medida em que o rio da vida acelera seu curso, pois essa lágrima de dor — compartilhada por todos — é elemento purificador que facilita a entrada em um estado catártico de entrega e ablução espiritual.