Segundo Mollâ Sadrâ, há unidade fundamental da alma e inexistência das faculdades separadas, e a alma, que começa na matéria como pura potência, intensifica-se continuamente em ser — diferentemente de
Aristóteles, para quem não há intensificação do ato de ser da alma —, de modo que não há mistério na transição ao estágio de Inteligência, pois a alma jamais cessou de ser de natureza inteligível.