Manfredi Porena, em seu Commento grafico alla Divina Commedia per uso delle scuole, Milão, 1902, desenha a planta ou projeção horizontal do inferno dantesco em forma idêntica à do plano infernal de
Ibn Arabi, salvo a diferença do número de círculos concêntricos — dez em Dante e sete em
Ibn Arabi — descrevendo-a como constituída de “dez espaços em forma de anel, concêntricos entre si e gradualmente menores e mais profundos”