SHAMSI TABRIZ

DST

Jellal-ed-din Rumi

Nascimento e contexto familiar de Rumi são apresentados desde sua origem em Bactra até o início do exílio familiar.

Encontro entre Ibn ‘Arabi e o futuro mestre de Rumi é registrado na passagem do sufista por Konya.

Viagens da família Walad e encontro com Attar marcam a juventude de Rumi antes do assentamento em Konya.

Morte do pai e sucessão de Rumi na cátedra de teosofia ocorrem após o estabelecimento definitivo em Konya.

Chegada de Burhan al-Din Muhaqqiq a Konya inicia o período de nove anos de iniciação sufista de Rumi.

Shamsi Tabriz

Chegada de Shamsi Tabriz a Konya provoca encontro decisivo com Rumi e ruptura com o conhecimento teórico.

Fusão entre Rumi e Shamsi como um só ser provoca ciúmes entre os alunos de Rumi.

Metáfora planetária para a relação entre Rumi e Shamsi exemplifica o êxtase da consciência divina.

Morte de Al Hallaj é citada por Rumi para ilustrar o preço por conhecer a Verdade.

Consequências do conhecimento para Shamsi e para Rumi são contrastadas na narrativa.

Ignorância dos alunos diante do fenômeno da união entre Rumi e Shamsi é apontada como causa do ciúme.

Expulsão de Shamsi de Konya e retorno após dois anos em Damasco mostram a dor da separação.

Assassinato de Shamsi Tabriz em maio de 1247 e desaparecimento de seu corpo encerram a convivência terrena.

Início da dança dos dervixes rodopiantes por Rumi ocorre no quadragésimo dia após o assassinato.

Morte de Mevlana Jellal-ed-din Rumi é registrada em 17 de dezembro de 1273.

Parábola do muro antigo

Hazrat Inayat Khan relata a parábola sufista de um muro misterioso que ficava à beira de uma aldeia.

Ya Hazrat Mevlana

Louvor final é dirigido a Mevlana como guardião do segredo divino.