A natureza e o reino animal fornecem um vasto cosmos simbólico para ʿAṭṭār e seus seguidores, onde cada criatura louva a Deus em sua própria língua.
O elefante que sonha com a Índia simboliza a alma mística que, em meio ao exílio mundano, é abençoada com visões de sua pátria espiritual eterna.
Flores como o lírio (que louva silenciosamente), a violeta (curvada em meditação) e a narciso (que olha para o Criador) são vistas como livros abertos da sabedoria divina.
Elementos como a pedra de moinho, a roda d'água, o sol e a brisa são interpretados como vestígios da beleza e da glória preeternal ocultas na criação.