DURAND, Gilbert. Science de l'homme et tradition: Le nouvel esprit anthropologique. Paris: Berg International, 1979.
Introdução
A crise das ciências humanas
O fracasso dos métodos redutivos
A esperança mitológica
A necessária inversão epistemológica
Plano da obra
Capítulo 1 — A figura tradicional do homem
Escolha de um terreno «ocidental»
Resposta da «anthropology» à questão antropológica
As erosões da figura do homem no pensamento do Extremo Ocidente
A catástrofe metafísica do século XIII
Responsabilidade do magistério eclesiástico
A implantação das três ideologias
Seu efeito de desfiguração
A renovação antropológica
A emergência de uma anti-história
Psicocosmia tradicional contra dualismo filosófico
O princípio tradicional de similitude
Consciência moderna dilacerada contra unitarismo tradicional
Unidade vazia do Cogito contra as pluralidades da alma
O exemplo astrológico
O espaço e o tempo formais dos filósofos contra a gnose dos tempos e espaços múltiplos
Angústia e alienação modernas contra serenidade sapiencial
O êxodo contra o «exílio ocidental»
A realidade arquetípica
Perenidade contra historicismo
Capítulo 2 — Ciência histórica e mitologia tradicional
O crepúsculo do historicismo
O desconforto intelectual do historicismo e do culturalismo
O racismo espiritual do querigmático
Lévi-Strauss contra Ricœur e
Vernant
O Novo Espírito antropológico
A ancoragem sincrônica do Novo Espírito antropológico
Capítulo 3 — Homo proximi orientis: ciência do homem e Islã espiritual
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Retorno para aquém da catástrofe do século XIII
Transpor «a linha divisória» dos escolásticos
Hermenêutica permanente contra perpétuo aggiornamento
O livro intangível
A fábula do progresso como pecado de «associação»
A meta-história
As estratificações do tempo profético
A transcendência da História Sagrada
Reabilitação de Ibn Khaldūn
Selo e interiorização da profecia
Os profetas de tua alma
A interiorização da Cidade perfeita
História na alma e geografia espiritual
Sociosofia e política espirituais
O Califa, o Imã, a Fotowwat
A ciência do homem no singular
Princípio de hierarquia e dualitude
Capítulo 4 — Hermetica ratio e ciência do homem
O retorno epistemológico de Hermes
Considerações sobre as doutrinas herméticas
Os atributos de Hermes
O princípio de similitude como fundamento do hermetismo
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O exemplo da medicina paracelsiana
As quatro consequências do princípio de similitude: não metricidade, não objetividade, não agnosticismo, não dualidade
O impasse das ciências do homem
As rupturas do objetivismo positivista
Sincronicidade junguiana e homologia spengleriana
Falência do unidimensional
Retorno, recorrência e limites sorokinianos
Guénon contra Comte
A espessura do devir humano
As confirmações da medicina contemporânea
Cassirer contra o agnosticismo universitário
Uma gnose compreensiva
Unidade cósmica, pluralidade das estratégias
A reciprocidade das perspectivas antropológicas
Poética bachelardiana e simpatia scheleriana
Riqueza das sociologias compreensivas alemãs
Contra a redução à res extensa
O natural das Ciências do Homem
Os limites da medida nas Ciências do Homem
Necessidade de matemáticas «qualitativas»
A revolução homeopática
A análise matemática dos dados e a insignificância
Contra o dualismo lógico
O Tertium datum
Jung e o princípio de coincidência dos contrários
Os paradoxos em Max Weber
O dilema em Lévi-Strauss
A lógica contraditória
François Dagognet e o estatuto contraditório do remédio
A saturação do regime esquizomorfo da epistemologia clássica
O momento hermetista do século XX
Conclusão — O Novo Espírito antropológico ou o retorno de Hermes
A crise da epistemologia como sintoma da crise de civilização
A desmitificação ultrapassada
Os limites do mito e a sede dos deuses
A inversão do «triedro» do saber
O tetraedro de Edgar Morin
A necessária conversão do antropólogo
O gueto dos sábios
De Dioniso a Hermes
A restauração do Sapiens
Os deveres do antropólogo
A parcela de eternidade