Associação do corpo sutil a um vestuário e, pela relação com a luz, a armas e armaduras
A ALMA E A ARMADURA
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Caracterização da armadura na época de Chrétien de Troyes
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Ausência do aspecto de estátua de ferro articulada
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Descrição do haubert como túnica de malhas até aos joelhos, com calças e elmo hemisférico
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Sugestão de uma segunda pele epidérmica metálica pelo haubert
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Representação da “alma” de uma linhagem ancestral através do corpo metálico armoriado
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Exortação de São Paulo a revestir a “armadura de Deus”
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Enumeração das peças simbólicas: cinto de verdade, couraça de justiça, escudo da fé, elmo da salvação, espada do Espírito (v. Richer Armas Espirituais)
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Imaginação dos cristãos como “revestidos da fé e da caridade como de uma couraça”
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Caráter sagrado dos sinais e emblemas ornamentando as armas desde as idades arcaicas
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Metamorfose completa do herói através do arsenal sagrado
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Simbolismo do “arco-íris” como junção das sete Forças entre terra e céu
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Abordagem de Elena Cassin entre o esplendor da armadura de Aquiles e a irradiação de Atena
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Compreensão do brilho das armas como resposta espectacular de um esplendor interior
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Extensão deste fenômeno aos cavaleiros do ciclo arturiano