Roscher tendia a conceber Pã como uma encarnação composta das qualidades ásperas e aterrorizantes da natureza, tal como suas ninfas encantadoras eram visões da sedução terna e lírica da natureza — mas essa estrutura conceitual, retirada da psicologia associacionista empírica, não se coaduna com o que ele descobriu nos relatos empíricos sobre os demônios do pesadelo.