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O raio: o relâmpago que incendeia; a eletricidade divina que transmite a vida.
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A mulher: figura dominante no culto, seja no personagem masculino do deus “efeminado”, no número das Mênades, no papel de sacerdotisa inspirada, nas atividades de criação de pequenos animais, horticultura e apicultura, ou na libertação total pela dança.
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A criança: o deus-menino; a criança vítima do sacrifício ritual, esquartejada e devorada; a criança portadora da salvação moral dos humanos.
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O felino: dominante em toda a imagística, associado ao próprio deus, à vítima do ritual e à sacerdotisa sacrificadora.
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Um setor celeste particular: Sirius, Touro, Plêiades.
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A máscara gorgônea: cabeça separada do corpo, associada ao próprio deus e à cabeça cortada da vítima.
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A bebida de exaltação: que proporciona o transe, extraída das bagas de hera (outono) ou da uva da videira (também outono), cuja invenção é nova.
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A montanha arborizada: lugar dos milagres de fertilidade; lugar de caça, perseguição e devoração.
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O espeto de madeiro: arma única do caçador; vara simbólica de fertilidade, o Tirso.
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O mar: refúgio onde se mergulha; abertura para os países longínquos.
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O navio: lugar de metamorfoses; lugar onde os maus são castigados e o arrependido é perdoado.