Quando a Menade apresenta o corpo inteiro ou desmembrado do jovem Leopardo, seus ombros se drapejam na Pardalide, a pele de Leopardo que marca a identificação mágica entre o ator e o felino, abolindo pela magia sacrificial a distinção entre sujeito e objeto, eu e não-eu que caracteriza a vida corrente, e a dança dionisíaca faz a mulher-felino passar a outra ordem de existência enquanto o felino sacrificado detém, pela dança da mulher, a potência que mantém a vida através da aparência da morte.