Exemplos etnográficos de objetos protetores tribais:
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O “feixe sagrado” dos índios Fox.
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Os “medicine-bundle” dos índios Zuni, “alimentados” ritualmente.
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O “mamchali” dos Amandebele.
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Os objetos sagrados enterrados em Taliabu para purificação.
A concentração do poder territorial nos insígnias reais na Indonésia (Macassares e Buguis) e a supressão da revolta em Luwu através da sua posse.
As insígnias imperiais do Sacro Império Romano-Germânico como “pignora imperii” e o oriflamme dos reis de França.
A transferência do poder com as relíquias de São Vito de Saint-Denis para Corvey.
A potência da linhagem e os objetos familiares
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Os “pusaka” na Indonésia, objetos sagrados transmitidos por herança que concentram a potência e a prosperidade da família ou do Estado.
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O exemplo da corrente de Goa, cujo peso é prognosticador.
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A associação da prosperidade da linhagem a objetos potentes, como a espada invencível do herói na tradição germânica e nas lendas.
Amuletos como recipientes de potência em miniatura
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Definição de amuleto como objeto portátil que afasta o perigo e atrai a bênção.
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A variedade de formas: reproduções de objetos sagrados, cordas com nós, pequenas pedras.
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A observação de que muitas ornamentações de coquetaria masculina e feminina tiveram origem como amuletos.
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A distinção em relação às relíquias, que derivam a sua potência de uma pessoa santa ou local sagrado.