Uma obra enciclopédica sobre as religiões observa que a pregação de
Zoroastro é visivelmente dirigida contra uma religião estabelecida, cujos fiéis são, a seus olhos, “homens da mentira e da hipocrisia”, e que a reforma proposta é uma verdadeira revolução, pois rompe com todas as crenças de ritual mágico para afirmar que a verdade da religião reside em sua significação moral, não nas práticas exteriores de valor imaginário.