Ao descrever os dois Espíritos como gêmeos, Zoroastro insinuou que o Espírito Maligno deriva de Deus, mas, diferentemente da ortodoxia sassânida, ele o concebeu como maligno por escolha própria e não por natureza ou compulsão.
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Assim como Lúcifer, o Espírito Destrutivo escolhe fazer as piores coisas por livre decisão.
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A miséria que ele traz sobre si mesmo e sobre seus seguidores é inteiramente responsabilidade sua e levará inevitavelmente à sua destruição.