Ao se desapegar do múltiplo, o sábio retorna à raiz, ao tronco ou à semente de que as coisas brotam — ao ancestral de que descendem, ao
portal pelo qual emergem, ao eixo em torno do qual giram —, e é nesse ponto comum de origem que todas se revelam fundidas entre si e com o próprio sábio num todo único.