A partir de meados do século II a.C., após a unificação da China, o
Tao Te Ching firmou-se na corte imperial como um dos mais apreciados compêndios de sabedoria prática, enquanto o Chuang-tzu — de caráter mais arcano — circulava nos círculos taoistas antes de emergir, no século III d.C., como um clássico erudito equiparado ao I Ching e ao próprio
Tao Te Ching.