A Causa inicial da Perfeição (Khien-uyan) é, segundo Tsouhi, o Grande Princípio de que decorre a virtude do céu, sendo nela potencialmente incluídas a Vontade e a Força; o princípio sendo ativo, a possibilidade do nascimento de todos os seres constitui seu poder e sua grandeza, e essa grandeza constitui o começo — que é o princípio de causalidade, primeira manifestação da Perfeição, gênese de tudo e especialmente dos três termos seguintes do tetragrama, bem como a Causa Universal em sua grandeza eficiente.
Da causa inicial decorrem potencialmente todos os universos, nela contidos em germe.
Pressionando esses dois princípios um contra o outro, deduz-se a impossibilidade metafísica da existência do mal em si — apenas multiplicações, divisibilidades e divisões, de onde resultam insuficiências, obscurações objetivas e ausências relativas, mas nenhum mal como princípio.