“Sê calmo, sê puro, não cansas teu corpo, não agites tua essência, e poderás viver muito tempo; se teus olhos não veem nada, que tuas orelhas não ouçam nada, que teu coração-mental não saiba nada, teus espíritos guardarão teu corpo e teu corpo viverá muito tempo”
Recomenda guardar o Um e permanecer na Harmonia universal
“Que teu corpo esteja reto, tua contemplação seja uma e a Harmonia celeste virá. Recolhe teu saber. Que teus atos sejam um, e os espíritos virão à tua morada”
Afirma: “Se se compreende o Um, as dez mil coisas são acabadas”
Descreve a “clara luz que nasce das trevas obscuras” que emana da câmara de meditação vazia
“Que tua vontade seja uma; não ouças pelo ouvido, mas pelo mental; não ouças pelo mental, mas pelo Sopro. A escuta pára no ouvido, o mental pára no acordo (com as coisas). O Sopro é vazio e acolhe os seres. O Tao reúne o vazio. O vazio é o jejum do mental”
Afirma que quem acessa a Origem dos seres cessa de existir
“A natureza profunda é o material da vida; a natureza profunda em movimento é ação (verdadeira)”