As fases iniciais da carreira acadêmica de Kristofer Schipper em Paris eram convencionalmente focadas e respeitavelmente distintas: após uma preocupação inicial com a arte oriental, voltou-se em 1958 para o estudo da história das religiões chinesas sob a tutela de Max Kaltenmark e Rolf Stein, dois grandes expoentes da paixão sinológica francesa pela precisão técnica e pela amplitude interpretativa — principalmente sob a perspectiva sociológica de Marcel
Granet e L'Année Sociologique.