JANAKA: À semelhança do espaço, sem limites é o meu ser; à semelhança de um jarro, o mundo é limitado; tal é o conhecimento, de modo que para ele mergulhar na consciência não é renunciar nem ter.
Meu ser é oceano, as formas são-lhe as ondas; tal é o conhecimento, de modo que para ele mergulhar na consciência não é renunciar nem ter.
Meu ser é uma pérola, o universo é-lhe o reflexo de prata; tal é o conhecimento; por isso, para ele, mergulhar na consciência não é renunciar nem ter.
Em tudo o que existe está o meu ser, e em meu ser está tudo o que existe; tal é o conhecimento, de modo que para ele mergulhar na consciência não é renunciar nem ter.