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VERSÃO FRANCESA

ASHTAVAKRA: É-se prisioneiro quando o pensamento quer ou chora, renuncia ou toma, salta de alegria ou se enfurece.

Mas é-se livre quando o pensamento nem quer nem chora, nem renuncia, nem toma, nem salta de alegria, nem se enfurece.

É-se prisioneiro quando o pensamento se apega ao vivido, mas é-se livre quando o pensamento se desapega de cada coisa percebida.

Quando o eu não existe, é-se livre, mas quando o eu existe, é-se prisioneiro. Ao compreender-se isso, é verdadeiramente um jogo não se ter de renunciar ou de tomar.