Certos textos, porém, mostram que não se o considera de todo como uma tattva da via impura entre as outras: “Uma vez que o objeto de experiência foi saboreado, a consciência retrai também os instrumentos de experiência, que são em número de doze, em si mesma, no Eu. A série dos sentidos de ação e de conhecimento, com o manas e a buddhi, comporta com efeito doze membros. Essencialmente 'solar' porque destinado a iluminar, ele desdobra sua atividade no domínio do real diferenciado. Mas o ego, o décimo terceiro sentido, serve apenas a produzir a ilusão — abhimana — de ser possuidor, etc. Consiste em um ressaisissement ininterrupto, e é por isso que os outros sentidos se reabsorvem nele.”