A Pratyabhijna não se reduz a um mero jogo especulativo, nem usa a noção de liberdade como um deus ex machina conceitual que empregaria toda vez que fosse encurralado pela contradição — pois embora a liberdade, como faculdade de realizar o impossível ou o que parece impossível — atidurghaṭa — às vezes pareça cumprir esse papel, especialmente ao explicar o prodígio pelo qual a consciência chega a se velar para si mesma,
Utpaladeva e
Abhinavagupta não invocam a liberdade transcendente de um deus inacessível por natureza, mas apelam para a experiência do sujeito empírico de sua própria liberdade.