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mitologia:durand:1979b:start

Figura mítica

DURAND, Gilbert. Figure mythique et visage de l'œuvre: De la mythocritique à la mythanalyse. Paris: Berg International, 1979.

Introdução

  • Mitologia e narrativa moderna
  • Plenitude do mito, timidez da narrativa
  • A historicidade desmistificada
  • A leitura e o rosto da obra
  • Plano da obra

Primeira parte — Linguagem do mito e estruturalismo figurativo

Capítulo 1 — O símbolo e o mito

  • A dimensão mecânica do símbolo
    • Esquema, imagens arquetípicas, derivações simbólicas
  • A dimensão genética
    • Do reflexo ao «grande cérebro»
  • A dimensão dinâmica e o mito
    • O evemerismo às avessas
    • Renascimento da mitologia

Capítulo 2 — Estruturas e metalinguagens

  • A linguística em voga
    • Filha da cibernética e da informática
  • A língua do linguista
    • Troca hipostasiada e comunicação absoluta
    • O axioma de identidade e de bivalência
    • Fechamento formal e homogeneização superficial
    • O círculo linguístico
    • Ontologia do vazio
    • Suas dificuldades
  • Postulados para uma outra linguística
    • Uso semântico e relativização do sentido
    • A abertura em profundidade
    • Profundidade e metalinguagens
    • O transformacionalismo
    • Desnivelamento energético e lógica do contraditório
    • Conteúdo dinâmico e estrutura figurativa
    • Ontologia do oco
  • O problema da adequatio
    • O oco e o Verbo

Capítulo 3 — Os gatos, os ratos e os estruturalistas

  • Um exemplo da insuficiência do estruturalismo formal
  • A análise do poema de Baudelaire por Jakobson e Lévi-Strauss
  • As contraprovas do pastiche e da tradução
    • Os ratos
    • O hipergato (neko) japonês
    • Os estratos simbólicos
    • Dos arquétipos aos símbolos culturais
    • A leitura aberta
  • O poema e o homem na significação

Segunda parte — Realismo e configuração dinâmica das estruturas

Capítulo 4 — Rostos da obra, pintura e configuração das estruturas

  • Nem formalismo nem existencialismo
    • O homem é a obra
    • Recusa da escolha infraestrutural
    • Harmonias e tensões estruturais
  • O tema, o estilo e o regime da imagem
    • Bosch e a ideologia dualista
    • A temática do mal
    • O antagonismo do estilo pictórico
    • A claustrofilia
  • Dürer ou o dualismo assumido
    • O Apocalipse
    • O estilo do gravador e a harmonia dos temas
  • O caso Goya
    • O rosa e o negro
    • O regime de Saturno
    • A misoginia
    • A dendrofobia
    • A árvore morta
  • Rubens, o católico
  • Rembrandt, o protestante
  • A compreensão e o pluralismo das explicações

Capítulo 5 — Da psicocrítica à mitocrítica: a viagem e o quarto na obra de Xavier de Maistre

  • A claustrofilia maistriana
    • As imagens noturnas
    • O exílio e o êxodo
  • A psicocrítica
    • Xavier, o caçula
    • Complexo da Assunção
  • Insuficiência do «Mito pessoal»
  • Busca da «história sagrada» e mitocrítica
  • O mito de Agar

Capítulo 6 — Realismo e resistência do mito: Lucien Leuwen ou o heroísmo às avessas

  • O esquema do «mito do herói»
  • O nascimento e a camaradagem heroicos
    • O «filhinho de papai» e os heróis decaídos
    • Os companheiros derrisórios
  • Os trabalhos do herói
    • Lucien, as quedas e as fugas
    • Ônfale primordial
    • A mulher e o ouro
    • A lama
  • A recompensa da busca heroica
    • Leuwen e os espiões
    • A vitória dos guardiões
    • O estupro espetacular
  • Leuwen ou a antítese do mito

Capítulo 7 — Perenidade e persistência do mito: Henry Brulard e o Egito

  • O mito cultural do Egito
    • José e Moisés
    • As ativações e as derivações históricas
  • Stendhal e o apelo do Egito
    • James Bruce
    • O abade Terrasson e o terraço Sarrasine
    • Fronteiras da Saboia e a tatan Poncet
    • Do exílio ao êxodo
    • Devaneios da torre
    • O Castelo de Santo Ângelo
    • O arcebispo egípcio
  • O mito organiza os complexos pessoais

Terceira parte — Da mitocrítica à mitanálise

Capítulo 8 — Os mitos e símbolos da intimidade no século XIX

  • O avesso de Prometeu
  • O noturno romântico
  • A Mulher
  • Shelley e o «ninfoleptismo»
  • O mito de Aretusa
  • Zola e o realismo superficial
    • A Mulher e o Álcool
    • A intimidade em L’Assommoir e La Bête Humaine
    • La Curée
    • O dionisismo
    • A estufa
    • A hera
    • O andrógino
    • O retorno de Dioniso

Capítulo 9 — O século XX e o retorno de Hermes

  • Baudelaire, o precursor
    • O «perfeito químico»
    • A gnose baudelairiana
    • Quatro mitemas para uma mitanálise
    • A Alteridade
    • A Mulher
    • O Héautontimorouménos
    • A Obra
    • Oxímoro e Beleza dupla
  • O fracasso dos adeptos
    • André Gide e Hermann Hesse
    • Dispersão e misoginia
    • O pluralismo do vazio
    • Do ascetismo ao ato gratuito
    • A limpidez turva
    • O deserto gidiano
    • Misoginias
    • Esteticismo e desespero
    • Escritores vítimas do Ser
    • Elogio do Ter
    • Ter e alteridade
  • A Obra realizada
    • Proust e Meyrink
    • Proust hermetista
    • Charlus
    • Hermafrodita
    • Portas e descidas
    • As jovens em flor
    • A busca e a descoberta
    • Tesouro oculto e livro interior
    • Recorrências e redundâncias
    • Estruturas cíclicas
    • As grandes imagens: o vínculo, o tecido e a lua
    • Gustav Meyrink e a «via seca»
    • Sombras e Mulheres
    • Os poderes do adepto
    • As sincronicidades
    • A Obra
  • C. G. Jung e a alquimia da alma
    • A Sombra
    • Anima
    • A sincronicidade e a enantiodromia
    • Hermes psicopompo
    • Rumo a uma sociologia das profundezas
    • O mito do século XX e a mitanálise

Conclusões — Metodologia, mitocrítica e mitanálise

  • Por uma crítica tolerante
  • A mitocrítica
    • Parâmetros para uma análise
    • Definição do mitema
    • O latente e o manifesto
    • Os procedimentos de desgaste do mito
  • A mitanálise
    • O procedimento lévi-straussiano
    • As curvas de frequência
    • Latências e manifestações na cultura
    • Leitura profunda, leitura complexa
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