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GRAFISMOS DE DEUS

MVM

  • Assim como uma criança aprende melhor a nadar sendo lançada bruscamente na água do que sendo sustentada por cintos e lições de mestres mergulhadores, é preferível mergulhar — mesmo ao risco de perder o pé às vezes — na metafísica sagrada dos povos amarelos, pois todo espírito reflexivo e sensato reencontrará seu caminho após algum espanto e muita atenção.
  • A imagem da criança lançada à água funciona como método pedagógico: a imersão direta supera a instrução assistida quando se trata de verdades que exigem experiência e não apenas explicação.
  • A diferença entre as concepções ocidental e oriental de Deus e da origem dos deuses é primordial e absoluta — no Ocidente, as línguas alfabéticas nomeiam o objeto de estudo com quatro letras de concretismo preciso e limitado, ilustrado por um velho barbudo com raios na mão ou por um triângulo com um olho, ao passo que no Oriente o equivalente não tem nome, mas é representado pelo caractere Thien — que em mandarim falado se traduz como céu —, o qual supõe propriedades do que está no céu ou atrás do céu, constituindo não um nome particular, mas uma ideia geral.
  • Thien é o caractere que designa, no pensamento extremo-oriental, o que o Ocidente chama de Deus — não como nome próprio, mas como ideia geral das propriedades do que transcende o céu visível.
  • Fohi, o primeiro mago histórico da China, julgou que mesmo essa ideia geral era insuficiente, injusta e geradora de erro, substituindo o caractere por um desenho geométrico não especializado, tão generalizado quanto possível, cuja forma representa os raciocínios possíveis para se aproximar de uma ideia inconcebível — adquirindo assim o valor de um arcano metafísico.
  • A ambição do ocidental é ser compreendido; a ambição do oriental é ser verdadeiro — e em teogonia, em metafísica e em toda ciência transcendental essas duas ambições são mutuamente exclusivas, cabendo ao pensamento ocidental distinguir sempre o erro inconsciente e necessário que recobre a verdade, diminuindo progressivamente sua espessura para que a verdade finalmente irrompa.
  • A oposição entre ser compreendido e ser verdadeiro é o eixo que estrutura toda a diferença epistemológica entre os dois sistemas de pensamento.
  • O erro é apresentado não como defeito a eliminar de uma vez, mas como envelope necessário e progressivamente afinável em torno da verdade.
  • É nesse estado de espírito que os magos amarelos construíram os gráficos de Deus, chamados pelo determinativo genérico de Perfeição, enumerando-se duas perfeições — e portanto dois gráficos de Deus —: a perfeição ativa e a perfeição passiva, designadas pelos termos Khien e Khouen; mas há, em realidade, apenas uma única perfeição, devendo-se afastar de imediato a acusação de dualismo que espíritos insuficientemente documentados dirigem à metafísica chinesa.
  • Khien designa a Perfeição ativa; Khouen designa a Perfeição passiva — ambos são termos generalizadores empregados para designar a ideia de Deus.
  • A aparência de dualidade é reconhecida como necessidade didática, não como afirmação ontológica de dois princípios distintos.
  • A terminologia é deliberadamente evitada como geradora de discussões, erros e descrédito — razão pela qual o texto prefere o termo Perfeição, reconhecidamente inferior, a criar nova nomenclatura técnica.
  • Há apenas uma única perfeição, uma única ideia de Deus, uma única causa inicial de todas as coisas — essa perfeição dita ativa é geradora e reservatório potencial de toda atividade, mas não age, permanece em si mesma sem manifestação possível, sendo portanto ininteligível ao homem no estado atual do composto humano.
  • A Perfeição ativa não age — ela é e permanece em si mesma, inacessível à inteligência humana enquanto o homem permanecer homem.
  • O potencial de toda ação reside na Perfeição ativa, mas esse potencial não se atualiza no nível da Perfeição mesma.
  • Quando a perfeição se manifestou, sofreu — sem cessar de ser ela mesma — a modificação que a torna inteligível ao espírito humano, passando a denominar-se perfeição passiva — Khouen —, de modo que a Perfeição é una e ininteligível ao homem, mas para que se possa falar dela é preciso supor que ela pode tornar-se inteligível, representando-a então por dois gráficos distintos sem que haja mais de uma causa inicial.
  • A Perfeição passiva não é um segundo princípio, mas o único aspecto da Perfeição acessível à inteligência humana.
  • A distinção entre Perfeição ativa e Perfeição passiva é uma concessão à limitação cognitiva humana, não uma afirmação de duas realidades separadas.
  • O espírito humano só apreende o número, não sendo apto a apreender a Unidade nem o zero — que é a unidade antes de toda manifestação —, e só há dualismo onde há dois princípios contrários ou diferentes, ao passo que dois ou cem aspectos de um único princípio não constituem nem dualismo nem multiplicidade — pois o Grande Princípio é uno, e o sábio propõe à contemplação não o princípio em si, que não pode ser nomeado sem ser desfigurado, mas o aspecto do Grande Princípio manifestado e refletido na consciência humana.
  • O zero representa a unidade antes de toda manifestação — categoria inapreensível pelo espírito humano que só opera com números.
  • A distinção entre número e Unidade é decisiva: o espírito humano opera com o primeiro, sendo incapaz de apreender a segunda diretamente.
  • O Grande Princípio não pode ser nomeado sem ser desfigurado — razão pela qual o sábio oferece apenas seu aspecto manifestado à contemplação humana.
  • É necessário insistir quase excessivamente nesse ponto e retomá-lo para o In-yang ou símbolo do Grande-Extremo, pois é espantoso e quase ridículo ver espíritos excelentes acusarem um sistema de metafísica ou uma tradição oculta de dualismo introduzido apenas em razão da imperfeição atual da mentalidade humana para se deixar aproximar por ela — o reproche deveria ser dirigido a si mesmos, por ainda permanecerem homens, pois como homens jamais saberemos a verdade, e o que cremos ser verdade não o é precisamente porque compreendemos que o é ou que pode sê-lo.
  • O In-yang — símbolo do Grande-Extremo — será retomado adiante como novo objeto de aplicação desse princípio anti-dualista.
  • A nota desenvolve o paradoxo: se a verdade é perfeita e o homem a possui, ele participa da perfeição e é um deus — suposição ridícula; se o homem é imperfeito e possui a verdade, então a verdade não é perfeita — suposição ainda mais ridícula.
  • A Tradição comporta um aspecto da verdade — ou de Deus — capaz de ser apreendido pela inteligência humana, e esse aspecto é apresentado não como caractere nem como ideia, mas como desenho — o arcano linear e metafísico da Perfeição Passiva — Khouen.
  • A perfeição passiva não é um reflexo da perfeição ativa como o reflexo de um astro na água — metade de uma ficção —, mas uma entidade absolutamente idêntica à entidade da perfeição ativa, salvo pela circunstância de que podemos nos aproximar dela; transpondo a verdade numeral ao plano divino, a perfeição passiva está para a perfeição ativa como o um está para o zero — que, sendo números diferentes, não são senão um único número, o primeiro e o único número.
  • A distinção entre reflexo e entidade é crucial: o reflexo é ficção derivada; a Perfeição passiva é realidade idêntica à ativa, apenas acessível ao entendimento humano.
  • A analogia numérica — um está para zero como a Perfeição passiva está para a ativa — é a transposição da verdade numeral ao plano metafísico transcendental.
  • Não se pode combater suficientemente o erro instintivo e formidável do espírito humano que atribui à Verdade a multiplicidade sem a qual nada compreende — sendo ele o único exemplo dessa multiplicidade na universalidade dos espíritos —, e que, por um orgulho inconsciente, projeta sua imperfeição mental sobre a própria face da divindade, pois esse dualismo está na base de todos os erros metafísicos, levando o espírito humano a atribuir aos princípios justapostos propriedades diversas, aparências dessemelhantes e sentidos contrários, corrompendo pela raiz as ciências e as religiões, e arrastando para o plano sentimental e sensual a erreur criada no plano mental, onde se fabricam as relatividades do Bem e do Mal, as leis, as convenções, os preconceitos e o agregado social contemporâneo — geena incompreensível, estúpida e mentirosa.
  • O dualismo metafísico é identificado como a raiz de todos os erros não apenas religiosos e filosóficos, mas também morais e sociais.
  • O espírito humano, por não raciocinar a necessária justaposição de dois princípios absolutamente idênticos, divide, diferencia e opõe o que deveria ser reconhecido como uno.
  • As relatividades do Bem e do Mal são criações secundárias do dualismo metafísico, transportadas do plano mental ao plano sentimental e sensual.
  • O agregado social contemporâneo é descrito como geena — termo de origem hebraica que designa o inferno — incompreensível, estúpida e mentirosa, construída pelas mãos ilógicas do homem.
  • A representação gráfica da Perfeição, concebida segundo o simbolismo mais simples, usa a linha reta indefinidamente prolongável — que se termina no gráfico apenas por limitação material, mas não no pensamento nem na suposição —, sendo esse simbolismo superior ao da linha curva fechada ou circunferência, que, semelhante à serpente que morde a própria cauda, aparenta não se terminar, mas em realidade encerra um espaço determinado, uma superfície mensurável e portanto finita.
  • A circunferência — como a serpente que morde a própria cauda — é descrita como aparência popular e falsa da Eternidade, pois determina e encerra um espaço finito.
  • A linha reta, ao contrário, despersonaliza-se à medida que se prolonga e não determina, não encerra, não define nada — sendo a imagem própria do indefinido.
  • Um plano engendrado pela linha reta produz o indefinido do espaço; a simultaneidade de todos os planos por ela engendrados produz o volume universal — símbolo do infinito.
  • Ao pensarmos a Perfeição — fazendo da Perfeição ativa a Perfeição passiva —, reconhecemos a identidade absoluta dessas entidades quanto ao fundo e lhes associamos, pelo simples ato do pensamento, a ideia de multiplicidade e divisibilidade, de modo que o símbolo da Perfeição passiva deve ser a linha reta indefinida com uma série indefinida de soluções de continuidade — o traço quebrado, que representa a divisibilidade do Ser e a multiplicidade das ações e das formas —, sendo sobre esses dois simbolismos que se constroem os trigramas de Fohi, os hexagramas do Yiking e os sessenta e quatro arcanos da Evolução.
  • O traço contínuo simboliza a Perfeição ativa — indivisível, ininterrupta, inapreensível.
  • O traço quebrado simboliza a Perfeição passiva — a mesma realidade percebida pelo entendimento humano como multiplicidade e divisibilidade.
  • Os trigramas de Fohi, os hexagramas do Yiking e os sessenta e quatro arcanos da Evolução são construídos sobre esses dois simbolismos simples e poderosos.
  • A Perfeição ativa não age, mas é grávida de toda ação, sendo o princípio-ação a prova de sua perfeição e o começo da possibilidade de sua intelecção — razão pela qual o mago chinês coloca em primeiro plano a atividade — Khièn, em ideogramática —, cuja marca suprema para a Perfeição é a faculdade de engendrar perfeitamente, ou seja, de reproduzir-se sem auxílio, o que, traduzido no simbolismo gráfico, dobra o sinal da Perfeição por um traço semelhante, formando o digrama representativo do Pai e da Mãe como meios da concepção, do qual imediatamente emerge o trigrama — pois o Pai e a Mãe engendram o filho —, sendo o estado digramático não um estado permanente, mas uma passagem da Unidade à Tríade.
  • Khien — o caractere que representa a Perfeição na ideogramática — traduz-se, em linguagem, pelo termo: a Atividade do Céu.
  • O digrama não é um estado lógico permanente, mas um instante necessário entre a Unidade e a Trindade — mencionado apenas uma vez em todo o Yiking, em espaço equivalente a uma linha tipográfica, por silêncio voluntário que precisa seu caráter fugidio.
  • Apenas o Pai vale existir, e o andrógino eterno só se separa para fecundar a si mesmo — o instante é matemático: Pai e Mãe existem apenas para criar; no momento da criação são um; no momento em que se separam, o germe existe e já são três.
  • Na prática, o homem amarelo conta seus anos de modo a computar dez meses ao dia de seu nascimento — aplicação concreta desse princípio.
  • Esse princípio se aplica em todos os planos: não há bem e mal fora da relatividade humana; não há união de alma e corpo fora do espírito; não há Pai e Filho sem Espírito Santo — o mistério cristão da Trindade torna-se um axioma; e as sociedades e religiões que negligenciam o Verbo de São João e o Paráclito não são senão aglomerações ilógicas e monstruosas.
  • Os trigramas compostos dos mesmos traços são os da Perfeição, e combinando entre si, em todas as posições possíveis, o traço contínuo e o traço quebrado, obtêm-se oito trigramas — os Trigramas de Fohi —, base de todo o simbolismo metafísico dos povos amarelos, dos quais emergem os hexagramas que constituem a trama do Yiking por evolução mecânica uns pelos outros, dobrando-se os trigramas iniciais e inscrevendo-os como um octógono num círculo para obter a tabela mágica chamada pelo povo de Hado, cujos sessenta e quatro arcanos da Evolução resultam da rotação simultânea e em sentidos contrários dos círculos de trigramas exteriores e interiores, sendo a sexagésima quinta situação exatamente a primeira, reproduzindo os dois hexagramas da Perfeição.
  • Hado é o nome popular da tabela mágica obtida pela inscrição dos trigramas duplicados como um octógono num círculo.
  • O Yiking recebe sua justificação gráfica pelo título de Mudanças na revolução circular — simbolizando em todas as suas modificações e em sua transformação final o dogma fundamental da Tradição extremo-oriental.
  • Os sessenta e quatro arcanos da Evolução resultam da rotação simultânea em sentidos contrários dos círculos de trigramas exteriores — da esquerda para a direita — e interiores — da direita para a esquerda.
  • Há uma razão profunda para o desdobramento dos trigramas em hexagramas — o trigrama é a imagem de uma entidade metafísica realmente existente, mas infinitamente distante da humanidade, que se reflete no entendimento humano como um objeto se reflete na água que banha sua base ou como a lua no oceano, de modo que o trigrama celeste e seu reflexo na razão humana produzem o hexagrama, fazendo eclodir novamente o princípio ternário, pois o céu só se reflete na terra através do coração do homem, o monumento só se reflete na água graças à luz do dia, a alma só influi no corpo pelo intermediário do Espírito, o Filho só comunica a graça do Pai e o Pai só difunde os méritos do Filho pela virtude do Espírito Santo — Três faz um, pelo efeito de um dois fugitivo e latente —, sendo o hexagrama um eneagrama cujo trigrama celeste é real, cujo trigrama humano é reflexo, e cujo trigrama espiritual se inscreve em meios tão tênues e fluidos que não deixa nenhum traço ou testemunha, sendo sua existência indicada apenas pela lógica.
  • O princípio ternário reaparece em todos os planos: céu-homem-terra, monumento-luz-água, alma-espírito-corpo, Pai-Espírito Santo-Filho.
  • O hexagrama é tecnicamente um eneagrama — figura de nove elementos —, dos quais o trigrama espiritual central é invisível e apenas logicamente necessário.
  • Três faz um pelo efeito de um dois fugitivo e latente — fórmula que sintetiza a estrutura trinitária da manifestação.
  • Pode-se notar desde já, e se notará ainda mais no decorrer dos estudos, a quantos pensamentos universais a tradição extremo-oriental deu nascimento — pois a cada instante a aplicação do antigo princípio jorrará clara e indiscutível sobre os próprios métodos e tradições ocidentais transformados por séculos de civilização branca, servindo de reconforto para as inteligências sintéticas perceber que o vínculo que as liga à origem comum — de onde vêm tanto quanto o próprio Fohi e para onde retornam tanto quanto os mais respeitosos seguidores de Fohi — jamais foi e jamais poderá ser rompido, nada havendo a criar, inventar ou explicar por novos meios, mas apenas não perder o que resta e reencontrar o que foi extraviado.
  • Fohi é evocado como ponto de referência de uma origem comum a todas as inteligências — ocidentais e orientais.
  • A obscuração e o esquecimento das ciências sagradas são apresentados como questão de raça e de latitude: os sábios da China e da Índia não esqueceram nada, mas foram separados dos ocidentais por bárbaros.
  • Os Ninivitas são identificados como destruidores das ciências védicas; os Semitas como copistas insuficientes e cruéis das ciências egípcias — os dois grupos responsáveis pelo hiato entre a antiguidade e a contemporaneidade, entre a ciência oriental e a pesquisa ocidental.
  • O ciclo de Ram é mencionado como referência dos ancestrais da humanidade moderna à qual se busca religar dignamente.
  • Após a simples determinação dos gráficos de Deus, é possível precisar quão admirável é a ciência seguida e quão simples é o método empregado — declarado o Ser-Deus ou a Perfeição ininteligível ao homem, e constatado como os sistemas religiosos buscam desfigurar Deus para fazê-lo penetrar no entendimento humano — destruindo a ideia metafísica ou estabelecendo o antropomorfismo tão grosseiro quanto o fetichismo das raças incultas —, a Tradição Primordial não imitou essas transformações diminuidoras.
  • O antropomorfismo religioso é equiparado ao fetichismo das raças não cultivadas — ambos respostas ao fracasso de apreender o ininteligível sem o deformar.
  • Os sistemas religiosos são acusados de destruir voluntariamente a ideia metafísica para oferecer apenas o erro ou uma tese grosseira.
  • Deus — a Perfeição — permanece e permanecerá ininteligível enquanto o homem permanecer homem; mas essa Perfeição que não pôde ser compreendida, discutida, raciocinada ou nomeada foi desenhada — e ao desenhá-la, sem lhe dar contornos nem fazê-la finita, ela é conhecida pelos olhos; por uma série de raciocínios lógicos e metafísicos, sem estabelecer uma única proposição a priori, sem exigir a aceitação de um único postulado, sem impor a crença no menor mistério, seis linhas simbolizaram perfeitamente e sem destruir nem diminuir a noção de Deus que ninguém — salvo Deus mesmo — poderia nomear e compreender.
  • O arcano metafísico — traçado simples, abstração linear — é descrito como instrumento pelo qual se pode assentar com segurança a representação ideal, inteira e axiomática do ininteligível.
  • A Perfeição não é compreendida, não é nomeada, não é escrita — ela é vista: esse é o salto qualitativo que o simbolismo gráfico da tradição extremo-oriental realiza em relação às tradições verbais e dogmáticas do Ocidente.
  • É esse símbolo — mais admirável do que as mais magníficas ideias concebíveis ao cérebro humano — que será a base e o ponto de partida de todas as proposições, assim como o que ele representa é o objetivo inevitável da existência e dos esforços humanos.
  • O símbolo gráfico da Perfeição não é ponto de chegada da exposição, mas ponto de partida de toda a investigação subsequente.
  • O que o símbolo representa — a Perfeição ininteligível — é apresentado como objetivo inevitável, não opcional, da existência e dos esforços de todo ser humano.
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