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        <title>SPECULUM</title>
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        <title>CAUSALIDADE</title>
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        <description>CAUSALIDADE

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO SENSÍVEL

CAUSAÇÃO

	*  A teoria budista da causalidade é apresentada como dependência funcional entre instantes pontuais de realidade, nos quais cada elemento surge apenas em função de uma totalidade de causas e condições imediatamente antecedentes, sendo existência e causalidade termos equivalentes numa ontologia dinâmica de eficiência — :contentReference[oaicite:0]{index=0}</description>
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        <title>JUÍZO</title>
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        <description>JUÍZO

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO CONSTRUÍDO

JUÍZO

	*  A distinção radical entre realidade última não imaginada e mundo empírico imaginado conduz à dificuldade de explicar a passagem da sensação pura à concepção, dado que ambos os domínios são absolutamente dissimilares e ligados apenas por uma causalidade funcional.</description>
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        <title>KALPANA</title>
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        <description>KALPANA

Mas, para entender o surgimento e as implicações da ideia de uma Razão Pura autônoma na Índia, a Razão que, por sua própria espontaneidade, cria a imagem do mundo externo, ou seja, para ver a Razão Pura de Kant em sua roupagem indiana, devemos voltar à sua origem na Índia e considerar as primeiras especulações indianas sobre a força motriz do Universo em geral. A especulação indiana sempre foi avessa à ideia de um Deus Criador. Havia deuses, mas não havia um Deus Criador. O Universo era…</description>
    </item>
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        <title>PERCEPÇÃO</title>
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        <description>PERCEPÇÃO

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO SENSÍVEL

PERCEPÇÃO SENSORIAL

	*  A crítica budista à definição essencial das coisas estabelece que nenhuma essência pode ser expressa, sendo todo conhecimento conceitual apenas relacional e definido negativamente por exclusão</description>
    </item>
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        <title>REAL</title>
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        <description>REAL

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO EXTERNO

PARTE V. REALIDADE DO MUNDO EXTERNO.

§ 1. O QUE É REAL.

De acordo com os lógicos budistas, a realidade é dupla: direta e indireta, sendo a realidade direta a da sensação pura e a indireta a de um conceito referido a uma sensação.</description>
    </item>
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        <title>REALIDADE ÚLTIMA</title>
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        <description>REALIDADE ÚLTIMA

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO SENSÍVEL

REALIDADE ÚLTIMA (PARAMARTHA-SAT)

O real é definido positivamente como aquilo que é eficiente e negativamente como aquilo que não é ideal, sendo que o ideal corresponde ao construído, ao imaginado e ao produzido pelo entendimento, enquanto o não construído é o real.</description>
    </item>
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        <title>REALIDADE</title>
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        <description>REALIDADE

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

REALIDADE E CONHECIMENTO

 § 1. Escopo e objetivo da lógica budista 

	*  Toda ação humana bem-sucedida é necessariamente precedida pelo conhecimento correto, razão pela qual tal conhecimento deve ser investigado como objeto central de uma ciência dedicada à sua compreensão.</description>
    </item>
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        <title>SER INSTANTÂNEO</title>
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        <description>SER INSTANTÂNEO

Th. Stcherbatsky. BUDDHIST LOGIC. VOL. I

MUNDO SENSÍVEL

SER INSTANTÂNEO

	*  O princípio budista de que há duas fontes de conhecimento, os sentidos e o entendimento, que são completamente heterogêneas, leva à existência de um mundo duplo, o sensível e o inteligível.</description>
    </item>
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        <title>STCHERBATSKY</title>
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        <description>STCHERBATSKY

Theodore Stcherbatsky (1866–1942)

BUDDHIST LOGIC I

 Lógica Budista 

	*  O lugar da Lógica na história do Budismo
	*  Primeiro período da filosofia budista
	*  Segundo período
	*  Terceiro período
	*  O lugar da Lógica Budista na história da filosofia indiana</description>
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