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        <title>SPECULUM - esoterismo:schwarz:ilm</title>
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        <title>SPECULUM</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Ideia da Morte</title>
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        <description>Ideia da Morte

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

Entre os textos que os egípcios nos deixaram, sua literatura funerária se destaca como um fenômeno único em toda a antiguidade mediterrânea. O</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Compreender o Egito à luz do pensamento simbólico</title>
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        <description>Compreender o Egito à luz do pensamento simbólico

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

É praticamente impossível fazer uma interpretação correta dos textos e rituais trazidos pelas tradições egípcias apenas à luz do pensamento filosófico herdado dos gregos, pois a redação dos textos funerários não obedece às regras literárias a que estamos acostumados. A ordem dos textos parece desconexa: não há, propriamente, uma composição segundo um plano que …</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Papel da Geografia Sagrada</title>
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        <description>Papel da Geografia Sagrada

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

Na visão tradicional, o homem vive a experiência do sagrado e se conecta ao universo através de uma geografia sagrada, integrando o espaço e o tempo, cujo objetivo é reproduzir na Terra as configurações do mundo celestial. A geografia sagrada não é uma simples geografia física, mas uma ligação direta entre o Céu e a Terra. Essas conjunções entre o Céu e a Terra são celebradas em loca…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Homem, responsável pelo trato cósmico</title>
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        <description>Homem, responsável pelo trato cósmico

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

“Quem se identifica com Osíris identifica-se com a força da renovação no universo. O morto não sobrevive mais por ter um filho vivo na Terra, mas porque se integrou ao esquema generalizado da relação pai-filho. [</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Imaginação Simbólica, instrumento da Geografia Sagrada</title>
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        <description>Imaginação Simbólica, instrumento da Geografia Sagrada

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

A imaginação, como agente criador de formas e representações de uma realidade vivida, tem a função de nos fazer conhecer a região do Ser, além dos sentidos e do abstrato.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Religião e Magia: Imaginação Simbólica</title>
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        <description>Religião e Magia: Imaginação Simbólica

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

Para compreender melhor o significado das relações entre magia e religião no Egito, é preciso saber, como escreve Paul Barguet, que “a religião egípcia não é exatamente um politeísmo, mas um monoteísmo multifacetado”. Deus pode ser invocado sob tal nome ou tal aspecto em um determinado lugar e, em outro lugar, sob outro nome ou aspecto. Para retomar uma fórmula do Livro d…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Morada da Vida, Modelo do Mundo</title>
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        <description>Morada da Vida, Modelo do Mundo

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

Parece que foi nas Moradas da Vida, instituições teológicas onde os textos sagrados eram compostos desde o Império Antigo, que a imaginação simbólica deu os seus primeiros passos no</description>
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        <title>Personalidade Humana, imagem reduzida do Universo</title>
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        <description>Personalidade Humana, imagem reduzida do Universo

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

O homem egípcio considera-se uma imagem de Deus, digna de seu amor e capaz de a ele responder. A posição que ocupa no universo não é a de uma criatura de exceção por suas origens, mas pelo fato de que, sendo um ente pensante, o homem está em condições de conceber as coisas, conferindo-lhes assim uma realidade coerente à qual busca integrar-se.</description>
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        <title>Iniciação aos Livros dos Mortos</title>
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        <description>Iniciação aos Livros dos Mortos

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

Na mentalidade do Egito faraônico, a morte não leva ao nada mas ao contrário permite a ascensão do homem à única vida verdadeira. O</description>
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        <title>Túmulo, imagem do mundo</title>
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        <description>Túmulo, imagem do mundo

SCHWARZ, Fernand. Initiation aux livres des morts égyptiens. Paris: A. Michel, 1988.

O túmulo é considerado pelos egípcios como a morada do morto, suporte de sua memória e ponto de encontro entre o mundo dos mortos e o dos vivos. É por isso que o túmulo, assim como o templo ou a casa, é concebido e construído como uma imagem reduzida do mundo, com as seguintes funções principais: separar o mundo dos vivos do mundo dos mortos, ao mesmo tempo que os conecta, criando assim…</description>
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