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        <title>SPECULUM - mitologia:eudoro</title>
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        <title>SPECULUM</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Antonio Telmo – Sobre Eudoro de Sousa</title>
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        <description>Antonio Telmo – Sobre Eudoro de Sousa

DIONISO EM CRETA e outros ensaios. Lisboa: Imprensa Nacional, 2004

Julgo lembrar-me de ter ouvido ao Eudoro de Sousa dizer que os livros verdadeiramente dignos de atenção se devem ler do fim para o princípio, que é como quem diz, da direita para a esquerda ou da luz para a sombra… Amava destroçar os lugares-comuns, desmontar o que parece evidente. «O meu nome,</description>
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        <title>Alegoria da Caverna</title>
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        <description>Alegoria da Caverna

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

68. Só para desentranhar todas as implicações destas poucas páginas da República (v. Republica-VI), necessário seria escrever um livro inteiro. Supondo que não nos tenhamos omitido de ler com a devida atenção nenhum dos mais importantes comentários que constam da bibliografia especializada, digamos, para começar, que só nos ocorre uma excepção (Fergusson) ao qua…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Religião, Mitologia e Filosofia</title>
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        <description>Religião, Mitologia e Filosofia

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

	*  A fórmula “Do Mito ao Logos”, consagrada por Wilhelm Nestle, não traça um caminho claro entre mitologia e filosofia gregas, embora alguma relação entre elas seja necessária.</description>
    </item>
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        <title>Oceano – Tétis, a Deusa Mãe</title>
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        <description>Oceano – Tétis, a Deusa Mãe

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

6. No segundo hemistíquio do v. 201 (= v. 302), a «Oceano, génese dos deuses», Homero associa a «mãe Tétis» (metera Thêthyn) e, pouco mais adiante (205), refere-se à «imoderada discórdia» (ákrita neíkea) que há muito os mantém desunidos e apartados do seu leito amoroso (eunês kai philotètos). As demais referências mitológicas à deusa mãe, em escritos pos…</description>
    </item>
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        <title>Grande-Força do Oceano</title>
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        <description>Grande-Força do Oceano

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

8. Na Grécia, como no Oriente, o processo teocosmogónico também se expressa em termos de geografia mítica.

O que sucede no tempo, permanece no espaço; e o mais remoto passado tem a sua presença assegurada, para além do mais longínquo horizonte. Para aquém deste, Céu e Terra mantêm-se separados; mas inseparados, indistintos, indiferenciados, pressente-se que …</description>
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        <title>Horizonte e Complementaridade</title>
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        <description>Horizonte e Complementaridade

Trata-se de um longo “ensaio sobre a relação entre mito e metafísica, nos primeiros filósofos gregos”, propondo uma revisão e uma nova leitura das interpretações tradicionais dos primórdios do pensamento helênico, mediante uma original reflexão sobre as inter-relações entre mitologia e filosofia, com base nas duas categorias metafísica que figuram no título do ensaio, a de</description>
    </item>
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        <title>Mito e Tempo</title>
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        <description>Mito e Tempo

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

	*  A inverossimilhança mais notável dos três mitos indonésios analisados é a de referirem “homens” que existiram antes de existirem os homens tais como efetivamente são — mortais e capazes de se reproduzir —, condição que só se estabelece ao final dos mitos de Hainuwele e Satene.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Mito</title>
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        <description>Mito

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

	*  Nenhum manual, tratado ou dicionário especializado consegue evitar que o leitor perca o pé no oceano de erudição, ao atentar em</description>
    </item>
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        <title>Mitos e Mistérios</title>
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        <description>Mitos e Mistérios

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

Mito, tal como decidimos entendê-lo, isto é, como relato acerca do que vai dos princípios primeiros até os fins últimos, é a única maneira de emergir em expressão verbal, o «que» e o «como» de todo o originário. E efetivamente assim é, e o que supomos que seja o propriamente mítico na mitologia de Helenos e helenizados. Mitos que vivem até o fim do paganismo grego…</description>
    </item>
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        <title>Personagens da Mitologia</title>
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        <description>Personagens da Mitologia

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

Sem dúvida, nos termos em que a expressamos, esta noção de mundo mítico é meramente negativa. O que mais importaria saber não é o que os personagens da mitologia não são, mas sim o que eles são. Repare-se, todavia, que o «não ser Homem», o «não ser Deus» e o «não ser Natureza» já apontam, embora insegura e confusamente, para o ser que esses não-seres são. A…</description>
    </item>
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        <title>Religião – Politeísmo</title>
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        <description>Religião – Politeísmo

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

Não é de espantar o incontável número de deuses. Efetivamente, aqui, apresenta-se-nos um «dado» a que terão de atender as mais incisivas exigências de uma explicação, sobretudo, a que não consinta confundir-se com a descrição cingente ao escrito, ao feito, ao figurado só pela mais premente necessidade de comunicação: no Mediterrâneo Oriental, considerado numa …</description>
    </item>
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        <title>Religião grega, matriz da mitologia e da filosofia</title>
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        <description>Religião grega, matriz da mitologia e da filosofia

A religião grega, aqui, suposta matriz da mitologia e da filosofia, constitui-se, pois, como uma religião que, toda ela, se oculta em sua progênie. Dir-se-ia até que o próprio ser da religião grega reside nesse mesmo ocultar-se em sua descendência. E, inversamente, na Grécia, a mitologia e a filosofia não emergem à luz do sol (história, consciência), senão enquanto a religião imerge nas sombras da noite (pré-história, inconsciente). A poesia e …</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://speculum.hyperlogos.info/doku.php?id=mitologia:eudoro:sacrificio-dioniso-vinha&amp;rev=1773420041&amp;do=diff">
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        <title>Sacrifício do Dioniso fitomórfico</title>
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        <description>Sacrifício do Dioniso fitomórfico

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

Dioniso-«Zagreus» podia ter sido mencionado na sequência da significação cosmobiológica do sacrifício do Dioniso fitomórfico (Dioniso-vinha); mas o sacrifício do deus, em sua epifania terio-mórfica (ou antropomórfica), tal como se nos defronta em testemunhos mais tardios e impregnados de influências órficas, e como essa epifania teriomórfica é de u…</description>
    </item>
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        <title>Firmicus Maternus</title>
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        <description>Firmicus Maternus

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

Chegou a hora de depor um apologeta cristão (Firmicus Maternus, De errore profanarum religionum, cap. 6, na primorosa edição de Ziegler, Munchen, 1953, pp. 47-48): «Liber (Dioniso) era, pois, filho de Júpiter (Zeus), isto é, do rei de Creta (não esqueçamos de que se trata de uma versão inteiramente evemerística). Ainda que ele fosse nascido de mãe adúltera, foi ed…</description>
    </item>
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        <title>Mitra</title>
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        <description>Mitra

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

O caso do Mitra-matador-do-touro é tanto mais esclarecedor, quanto maior é o número de representações plásticas, dispersas por todo o mundo antigo, até os extremos limites que alcançaram as hostes do império romano. Nas cavernas, ordinariamente pouco extensas e profundas, o touro dominado, caído no solo, com as patas posteriores estendidas e as anteriores dobradas sob o seu t…</description>
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        <title>Sacrifício</title>
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        <description>Sacrifício

SOUSA, Eudoro de. Horizonte e Complementaridade. Sempre o Mesmo acerca do Mesmo. Lisboa: Imprensa Nacional, 2002.

	*  Os vestígios estudados por K. Meuli desde o paleolítico superior até à Grécia histórica — nas Bufônias, no sacrifício de bois às divindades olímpicas e na etiologia hesiódica com Prometeu — revelam a pretensa inculpabilidade dos homens na matança de animais, ideia já identificada no episódio de Frobenius com os pigmeus africanos.</description>
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        <description>EUDORO DE SOUSA

EUDORO DE SOUSA (1911-1987)

Filósofo e filólogo português que deixou Portugal nos anos 1950, dedicando o resto de sua vida a uma fecunda atividade docente e especulativa no Brasil.

«… sempre o mesmo acerca do mesmo» teria sido, segundo Platão, o que Sócrates respondeu, um dia, a quem lhe perguntou de que falava ele, tanto e tantas vezes, com seus mais assíduos interlocutores. Daí que o título destas páginas pareça extremamente pretensioso. Mas só parece. Na verdade, Sócrates e…</description>
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