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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Joël Thomas – Estruturas do imaginário na Eneida</title>
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        <description>Joël Thomas – Estruturas do imaginário na Eneida

Uma análise atenta de séries inteiras de imagens na Eneida nos confirma o que simples leituras nos haviam deixado suspeitar: tanto a crítica textual era útil apenas para esclarecer pontos referentes à metodologia, à forma da Eneida, quanto estas duas vias — a psicologia das profundezas e a história dos mitos e das religiões — nos revelam o sentido profundo da imensa maioria das imagens da Eneida, e valorizam a sua significação fundamental. Assim,…</description>
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        <title>Joël Thomas – olhares sobre o mito</title>
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        <description>Joël Thomas – olhares sobre o mito

É necessário, portanto, colocar as coisas em perspectiva e diacronia, e perguntar: De qual mito estamos falando? Estamos tipicamente diante de um problema de representação; e, mesmo que nem sempre tenham tido plena consciência disso, os gregos do século V não falam do mito como os gregos de Alexandria no século I a.C.</description>
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        <title>Joël Thomas – Paisagem mítica</title>
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        <description>Joël Thomas – Paisagem mítica

Antes de falar dos mitos literários, não se pode dispensar uma descrição geral da paisagem mítica, para melhor compreender que o mito literário é apenas um dos aspectos de uma constelação mítica mais ampla. E se, por outro lado, nossos exemplos são inicialmente retirados da mitologia greco-latina, justifica-se isso lembrando a evidente filiação entre essa cultura e nossa cultura europeia ocidental (evitamos, no entanto, a noção de</description>
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        <title>Joël Thomas</title>
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        <description>Joël Thomas

Frederic Monneyron et Joël Thomas. Mythes et littérature. 

O termo “mito” invadiu largamente a linguagem cotidiana, mas, ao se vulgarizar, perdeu seu sentido antigo e primeiro para não mais designar, em sua acepção mais familiar, senão um conjunto impreciso de proposições que se opõem à realidade.</description>
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        <title>Joël Thomas – Três estatutos da palavra</title>
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        <description>Joël Thomas – Três estatutos da palavra

Foram muito bem descritos por Marcel Détienne em Les Maîtres de vérité dans la Grèce archaïque (Paris, Maspero, 1967): em um percurso antropológico que confirma aliás uma estrutura duméziliana, a palavra é primeiro oracular, Logos, Verbo que o sacerdote comemora como palavra das Origens, do illud tempus, do tempo mítico e fundador que irriga o tempo dos homens. Esse sacerdote é ao mesmo tempo investido de uma função real: o rei é, indissociavelmente, mest…</description>
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